quarta-feira , 21 outubro 2026

Gestores conhecem inovações da Prefeitura de Goiânia em mobilidade

Goiânia se tornou palco, nesta terça-feira (16), da 122ª Reunião do Fórum Nacional de Secretárias, Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana, evento que reúne representantes de diversas cidades brasileiras — como Salvador, Curitiba e Rio de Janeiro — para conhecer de perto os projetos inovadores implementados pela Prefeitura.

O encontro segue até amanhã (17) e tem como objetivo debater alternativas que tornem as cidades mais inteligentes, acessíveis e com maior qualidade de vida no trânsito.

Durante a programação, o prefeito Sandro Mabel apresentou três iniciativas que, segundo a gestão, já vêm transformando a mobilidade em Goiânia:

  • Metronização do transporte coletivo: reorganização das linhas de ônibus em grandes eixos, reduzindo em até 30% o tempo de viagem em trechos onde já foi implantado.

  • Onda Verde: semáforos sincronizados em avenidas estratégicas. Na Avenida Jamel Cecílio, o tempo de deslocamento no horário de pico caiu de 25 para cerca de 13 minutos. Quatro corredores já estão prontos e a Avenida T-7 deve ser a próxima contemplada.

  • Direita Livre: medida que permite virar à direita mesmo no sinal vermelho em pontos previamente sinalizados. A iniciativa já alcança 72 locais da cidade, desafogando o trânsito.

Outro destaque é a divisão do subsídio do transporte coletivo. Atualmente, a Prefeitura de Goiânia arca com 41,2% do valor destinado ao custeio, em parceria com o Governo do Estado. Esse investimento tem garantido melhorias na operação do sistema e manutenção de tarifas mais acessíveis.

O evento projeta Goiânia como exemplo de cidade que busca soluções práticas e tecnológicas para reduzir o tempo de deslocamento e oferecer mais conforto à população.
Segundo o prefeito Sandro Mabel, a meta é transformar a capital em um modelo de eficiência para outras regiões do país:

“Estamos mostrando que é possível inovar e melhorar a vida das pessoas com gestão e tecnologia. Goiânia pode ser referência nacional em mobilidade urbana.”

Na prática, as medidas já afetam o cotidiano de quem depende do transporte coletivo ou utiliza as avenidas de maior movimento. Porém, especialistas alertam que ainda é preciso avançar na integração com ciclovias, segurança para pedestres e políticas de acessibilidade para que os ganhos sejam de fato universais.

Redação

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