Subiu para 12 o número de mulheres que acusam o médico ginecologista Marcelo Arantes e Silva de crimes sexuais em Goiás. Sete novas denúncias foram registradas após a divulgação da identidade do suspeito pela Polícia Civil nesta quinta-feira (16/4). Antes disso, cinco pacientes já haviam formalizado ocorrência.
Segundo a delegada responsável pelo caso, Amanda Menuci, a Justiça havia negado anteriormente um pedido de prisão preventiva contra o investigado. No entanto, com o aumento no número de relatos, uma nova solicitação pode ganhar força nos próximos dias.
Das sete novas vítimas, quatro afirmaram que os abusos ocorreram durante atendimentos em Senador Canedo. Os outros três casos teriam acontecido em Goiânia.
Durante coletiva realizada na manhã de ontem, Amanda Menuci explicou que somente fatos novos ou o surgimento de novas vítimas poderiam justificar um novo pedido de prisão, já que medidas cautelares já haviam sido determinadas pela Justiça, incluindo a proibição de que o médico continue realizando atendimentos.
“Como medidas cautelares já foram decretadas, inclusive a proibição de que ele continue atendendo, apenas um fato novo, ou o aparecimento de novas vítimas, poderá fundamentar uma nova solicitação”, afirmou a delegada.
Nesta sexta-feira (17/4), a delegada ainda não havia concedido nova entrevista à imprensa, o que deve ocorrer até o fim da manhã.
A defesa de Marcelo Arantes informou que as denúncias são graves e precisam ser devidamente investigadas, mas ressaltou que ninguém pode ser considerado culpado antes da conclusão do inquérito.
Redação: Integração News
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