quinta-feira , 23 abril 2026

Daniel Vilela redefine primeiro escalão e promove mudanças estratégicas no governo de Goiás em meio ao calendário eleitoral

O governador Daniel Vilela concluiu a montagem e os ajustes no primeiro escalão do governo de Goiás. As mudanças, concentradas neste início de abril, ocorreram em função do prazo de desincompatibilização eleitoral e não alteram a estrutura central da gestão. A avaliação interna é de que as trocas mantêm o perfil técnico da equipe e garantem a continuidade das políticas públicas em andamento.

Ao Integração News, integrantes do governo afirmaram que a orientação foi evitar rupturas. “As mudanças são pontuais e seguem o calendário eleitoral. A ideia é manter o ritmo da gestão”, disse uma fonte. “Não há mudança de rumo, apenas substituições necessárias para quem vai disputar eleição”, completou.

Entre as alterações, no Gabinete de Políticas Sociais, Iara Netto Vilela assume no lugar de Gracinha Caiado. Na área da Economia, Renata Lacerda substitui Sérvulo Nogueira, que deixa a pasta e passa a ocupar a Secretaria de Administração no lugar de Alan Tavares.

Na Goinfra, Eliane Simonini assume a presidência após a saída de Pedro Sales. Já na Educação, Helena da Costa Bezerra passa a comandar a Seduc, substituindo Fátima Gavioli. Na Secretaria de Infraestrutura, Ricardo de Oliveira Silva assume o posto deixado por Adib Elias.

A Codego passa a ser presidida por Luiz Antônio Oliveira Rosa, enquanto o Detran ficará sob comando de Odair Soares. Na Goiás Turismo, Paulo Henrique da Farmácia assume após a saída de Roberto Naves.

A Agehab será comandada por Juliano Ricardo Fuganti Mendes, substituindo Alexandre Baldy. Na Goiás Parcerias, Alan Tavares assume a presidência. A Controladoria-Geral do Estado passa a ser chefiada por Antônio Flávio de Oliveira.

Na Casa Civil, Bruno Moraes Faria Monteiro Belém assume o posto. A Secretaria-Geral de Governo ficará sob comando de Gean Carlo Carvalho, que deixa a Comunicação. Para a Secretaria de Comunicação (Secom), o escolhido é Bruno Carvalho da Rocha Lima.

Segundo interlocutores do governo, a estratégia foi priorizar nomes internos e já testados na administração pública. “O governo optou por soluções internas e nomes já testados”, afirmou uma fonte. “A prioridade foi não perder controle da máquina em meio ao calendário político”, concluiu.

Redação: Integração News

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