A pré-candidatura de Wilder Morais ao governo de Goiás, pelo PL, tenta ganhar força, mas esbarra em divisões internas que colocam o projeto em alerta. O encontro realizado em Anápolis no último sábado (14/3), que deveria marcar a largada da pré-campanha, acabou expondo as fissuras dentro do partido e acendeu um sinal amarelo.
As ausências chamaram mais atenção do que as presenças. Lideranças importantes do PL, como o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa, e o deputado federal e pré-candidato ao Senado Gustavo Gayer, não compareceram. “Eles ainda não entraram no projeto e tenho dúvidas se entrarão. São desfalques de peso”, afirmou um dirigente do partido ao Integração News.
Desde que assumiu a pré-candidatura, Wilder tem enfrentado resistências internas, disputas por espaço e falta de alinhamento entre aliados. “O partido não está falando a mesma língua”, resumiu um interlocutor próximo à campanha.
Além disso, há uma disputa silenciosa por protagonismo. Parte do grupo ainda não vê a pré-candidatura como consolidada e prefere aguardar definições sobre composição de chapa e alianças antes de se engajar totalmente.
A avaliação dentro do PL é que o projeto perde força logo na largada, dando espaço para adversários ocuparem terreno enquanto o partido ainda busca organização. O tempo para ajustes já começa a apertar.
Para reagir, Wilder intensifica agendas e amplia visibilidade, tentando forçar alinhamento interno. No entanto, até o momento, a divisão entre aliados permanece, mantendo a pré-candidatura em xeque.
Redação: Integração News
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