A estudante Júlia Gonzaga de Oliveira, de 17 anos, que morreu após um acidente de moto em Pirenópolis, no Entorno do Distrito Federal, era porta-bandeira do Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás (CEPMG) Christóvam de Oliveira, onde cursava o 3º ano do ensino médio.
A jovem ocupava um posto de destaque na instituição, tradição que também marcava sua família. Segundo a prima Áquila Afonso, a bandeira foi sendo passada entre parentes ao longo dos anos até chegar a Júlia. O símbolo teria sido inicialmente conduzido por um familiar, depois entregue ao primo Lucas Rocha, posteriormente ao primo Samuel Gonzaga e, por fim, à estudante — tudo de forma espontânea, sem planejamento prévio.
“A bandeira de Goiás foi sendo passada de primo para primo até chegar à Julinha. O colégio militar proporcionou um significado muito especial para nossa família”, relatou a prima.
Júlia morreu na última sexta-feira (26), após cair da moto enquanto seguia para a escola. Ela chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.
Familiares informaram ao g1 que o laudo médico deve esclarecer se a adolescente sofreu um mal súbito antes da queda. Até a última atualização das informações, o documento ainda não havia sido concluído.
Um vídeo divulgado pela escola registrou momentos da cerimônia de sepultamento. O cortejo foi acompanhado por familiares, amigos e colegas, muitos deles vestidos com fardas de gala, em uma despedida marcada por emoção e homenagens.
Em nota, a instituição destacou a dedicação e o carinho da estudante, ressaltando que ela deixou “lembranças eternas” na comunidade escolar.
A reportagem é do Integração News, com base em informações apuradas junto à família e autoridades locais.
Redação: Integração News
Jornalista: João Pedro Lira
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