sábado , 7 março 2026

Saúde descarta metanol em caso de jovem internada no HUGO

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) confirmou nesta segunda-feira (7) que a jovem de 18 anos, moradora de Senador Canedo, internada no Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO), não foi intoxicada por metanol. O caso havia sido inicialmente tratado como suspeita de envenenamento pela substância, mas os exames laboratoriais descartaram a hipótese.

De acordo com a Secretaria, este é o segundo caso descartado entre os três que estavam sob investigação por possível intoxicação por metanol em Goiás. A jovem permanece internada, mas segue em recuperação.

Os casos que permanecem em apuração envolvem:

  • Uma mulher de 25 anos, moradora de Itapaci, que foi internada no Hospital do Centro Norte Goiano, em Uruaçu, após consumir bebida alcoólica em Guarinos e apresentar sintomas compatíveis com intoxicação.

  • Um homem de 47 anos, residente em Padre Bernardo, que foi levado ao Hospital de Base do Distrito Federal em estado grave e está em protocolo de morte encefálica. No veículo em que ele estava, foram encontradas bebidas como cerveja, vodka e energético.

Outro caso, de um jovem de 20 anos de Formosa, também havia sido investigado, mas ele já recebeu alta e apresenta melhora significativa do quadro de visão turva, um dos sintomas mais comuns nas intoxicações por metanol.

O metanol é uma substância química altamente tóxica, usada na indústria e não própria para o consumo humano. A ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode causar cegueira, convulsões, insuficiência respiratória e até morte.

Casos de contaminação costumam ocorrer quando bebidas alcoólicas são adulteradas, principalmente em eventos clandestinos ou em estabelecimentos sem fiscalização sanitária.

A Secretaria de Saúde reforçou o alerta para que a população não consuma bebidas de procedência duvidosa e denuncie locais que vendem produtos sem rótulo ou com suspeita de adulteração.

“O metanol é uma substância extremamente perigosa. Qualquer suspeita de intoxicação deve ser tratada como urgência médica. A população precisa redobrar o cuidado”, afirmou a pasta em nota.

Redação

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