A manhã desta terça-feira (24) foi marcada pela reconstituição do brutal assassinato de Monara Pires Gouveia, de 31 anos, em Rio Verde (GO). O principal suspeito, Rildo Soares, de 33 anos, participou do procedimento e mostrou à polícia como teria cometido o crime que chocou a cidade.
Segundo informações da investigação, Monara foi queimada viva em um lote baldio, após ser agredida pelo suspeito. O laudo de necropsia confirma que ela ainda estava com vida quando as chamas foram iniciadas.
Durante a reconstituição, Rildo relatou que deu dois golpes na vítima com um pedaço de madeira e, em seguida, ateou fogo em uma cama box, fugindo do local logo depois. Ele afirmou que o crime teria sido motivado por um suposto furto de R$ 600 que, segundo ele, Monara teria cometido em sua casa.
A polícia reforça, no entanto, que essa versão está sendo analisada e não descarta a possibilidade de novas motivações. O corpo de Monara foi encontrado parcialmente carbonizado nos fundos de um terreno, próximo à estrutura da cama queimada.
O caso ganhou ainda mais atenção porque o suspeito é investigado por outros homicídios na região, levantando a hipótese de que ele possa ser um serial killer. A Polícia Civil continua reunindo provas e testemunhos para concluir o inquérito e encaminhar o processo à Justiça.
A população de Rio Verde segue abalada com a crueldade do crime, enquanto familiares e amigos de Monara clamam por justiça.
Redação
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