A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou uma operação contra uma quadrilha formada por mulheres suspeitas de praticar furtos em série a comércios da região do Entorno do Distrito Federal. Três delas foram presas e duas seguem foragidas.
De acordo com as investigações, o grupo já havia cometido pelo menos dois furtos apenas no mês de agosto deste ano. O primeiro ocorreu no dia 1º de agosto, em um supermercado de uma grande rede varejista, com prejuízo estimado em R$ 1,4 mil. O segundo foi registrado em 26 de agosto, em uma loja de um shopping, onde o prejuízo ultrapassou R$ 6,8 mil em produtos — entre roupas, cosméticos, perfumes e bolsas.
Segundo a Polícia Civil, as mulheres utilizavam sacolas forradas com material metálico para neutralizar alarmes e, assim, sair das lojas sem acionar os sensores de segurança. O grupo agia com divisão de tarefas: enquanto algumas selecionavam os produtos, outras distraiam os vendedores e uma terceira deixava o local com os objetos furtados.
Foram presas Thainae Henrique dos Santos, Bruna Alves de Araújo e Maria Eduarda Pereira da Silva. Outras duas mulheres — Rafaela Cristina Santos Viana e Érica Brenda da Silva Borges — permanecem foragidas. Todas já possuíam antecedentes criminais por crimes semelhantes.
A delegacia responsável destacou que as investigadas responderão pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. A divulgação das imagens das suspeitas foi autorizada pela Justiça com base no interesse público, para ajudar na localização de novas vítimas, testemunhas e possíveis conexões com outros casos.
A Polícia Civil reforça que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 197, e garante o sigilo absoluto de quem fornecer informações sobre o paradeiro das foragidas.
Casos como esse reforçam o desafio da segurança pública no Entorno do Distrito Federal, uma região marcada por intenso fluxo comercial entre Goiás e o DF. A Polícia Civil tem intensificado ações de monitoramento e investigação para combater grupos especializados em furtos a estabelecimentos, que costumam causar prejuízos significativos a comerciantes locais.
Redação
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