sábado , 7 março 2026

Mulher sofre lesão cerebral grave após consumir falsa couve em Minas Gerais

Uma tragédia alertou moradores da zona rural de Patrocínio, em Minas Gerais, após uma mulher de 37 anos sofrer uma grave intoxicação por consumir uma planta tóxica confundida com couve. Claviana Nunes foi internada em estado crítico e, infelizmente, não resistiu às complicações neurológicas causadas pela ingestão do chamado “fumo bravo” (Nicotiana glauca).

O incidente ocorreu durante uma confraternização, quando Claviana e outras três pessoas ingeriram a planta, que visualmente se assemelha à couve comum. Todos apresentaram sintomas graves, como mal-estar, fraqueza muscular, dormência nas pernas, dificuldades para respirar e visão prejudicada.

Enquanto Claviana veio a falecer, um homem de 60 anos permanece em coma induzido e dependente de ventilação mecânica. Outro paciente, de 64 anos, já foi extubado e apresenta quadro estável, com possibilidade de alta nos próximos dias. Uma quarta pessoa, de 67 anos, sofreu sintomas leves e já recebeu alta médica.

A Polícia Militar confirmou que a intoxicação foi acidental, reforçando a necessidade de atenção redobrada na identificação das plantas consumidas, principalmente em áreas rurais. Durante a perícia, a planta tóxica foi encontrada próxima à cozinha onde a refeição foi preparada, confirmando a confusão.

O “fumo bravo” é uma planta altamente venenosa, cujos compostos tóxicos podem provocar desde sintomas leves até danos irreversíveis ao organismo, como aconteceu neste triste caso.

Este episódio serve como um alerta para a população goiana e brasileira: na hora de colher e consumir alimentos do campo, é fundamental saber identificar corretamente as plantas para evitar acidentes que podem custar vidas.

Redação

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