Um trabalhador terceirizado da Equatorial Goiás morreu eletrocutado na manhã desta sexta-feira (4), em Aparecida de Goiânia. A vítima, identificada como Rogério Luiz Fonseca, de 37 anos, realizava um serviço de manutenção em um poste na Rua Ordendege Guimarães, no setor Comendador Walmor, quando sofreu uma descarga elétrica fatal.
De acordo com informações repassadas ao Goiás da Gente, Rogério já havia passado por um acidente semelhante em 2024, quando também levou um choque elétrico enquanto trabalhava. Na ocasião, ele sobreviveu e ficou afastado por meses até retornar às atividades.
Segundo relatos de colegas, Rogério havia voltado ao trabalho há cerca de quatro meses e era conhecido por sua dedicação e experiência em serviços de rede elétrica.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado às 11h48, mas, ao chegar ao local, a equipe constatou que a vítima já estava sem vida. O trabalhador usava equipamentos de proteção individual (EPI) e estava dentro do cesto de um guindaste no momento do acidente.
Em nota, a Equatorial Goiás lamentou a morte do colaborador e informou que enviou equipes ao local, acionou as autoridades competentes e que a empresa terceirizada responsável pelo funcionário está conduzindo uma investigação interna para apurar as causas do ocorrido.
“A Equatorial lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares e colegas de trabalho. Todas as medidas estão sendo tomadas para apurar as circunstâncias do acidente”, informou a companhia.
O corpo de Rogério foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Aparecida. O caso será investigado pela Polícia Civil, que deve ouvir testemunhas e analisar as condições do equipamento e da rede no momento do choque.
A morte de Rogério reacende o debate sobre as condições de segurança dos eletricistas e trabalhadores terceirizados, que diariamente enfrentam riscos em altura e com alta tensão elétrica. Mesmo com o uso de EPI, especialistas reforçam que a revisão constante de protocolos e treinamentos é essencial para evitar tragédias como essa.
Redação
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