Goiânia foi palco, nesta quinta-feira (14/08), de uma declaração política que promete mexer no tabuleiro eleitoral de 2026. Durante o Congresso Municipal do Cidadania, o ex-ministro e vice-presidente nacional do partido, Cristovam Buarque, afirmou que a federação entre Cidadania e PSB está praticamente certa e deve ser oficializada nos próximos meses.
A aliança, segundo Buarque, tende a caminhar junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela reeleição. “Hoje eu desejo que seja o Lula”, declarou, reforçando que, entre as opções existentes, o petista ainda é a escolha mais sólida para enfrentar a próxima corrida presidencial.
O ex-ministro, no entanto, não fechou as portas para outra possibilidade: o vice-presidente Geraldo Alckmin. Para ele, caso Lula opte por não disputar, Alckmin seria um nome viável para liderar o projeto.
Críticas à centro-esquerda
Em meio ao aceno eleitoral, Buarque também fez um diagnóstico duro sobre a atuação da centro-esquerda brasileira. Apontou desconexão com a moral religiosa popular, baixa presença nas redes sociais e a ausência de um projeto mobilizador de longo prazo, especialmente voltado aos jovens.
Contexto
O Cidadania vem se rearticulando desde o fim da federação com o PSDB. Em junho deste ano, Cristovam participou do Congresso Nacional do PSB, onde a sigla socialista oficializou apoio à reeleição de Lula. Agora, em Goiânia, a sinalização foi clara: a nova federação deve nascer com rumo definido para 2026.
Redação
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