A Polícia Militar registrou o momento em que um amigo da família da adolescente Beatryz Emilly confessou o crime. A jovem, de 14 anos, havia sido dada como desaparecida na manhã de terça-feira (20), após sair de casa dizendo à mãe que iria até a residência do suspeito, sob a justificativa de ajudar a consertar um telefone com defeito.
Identificado apenas como Paulo, o homem apontado como autor do homicídio era considerado uma espécie de tio de consideração da adolescente, segundo a polícia. Após sair de casa naquela manhã, Beatryz não foi mais vista.
Na quarta-feira (21/1), policiais militares foram até a casa do suspeito após moradores da região relatarem barulhos de escavação durante a madrugada. Testemunhas afirmaram ainda ter visto Paulo com roupas sujas de terra. Ao chegarem ao imóvel, no entanto, os policiais não encontraram o suspeito.
No quintal da residência, os militares constataram que o solo estava remexido e coberto com folhas. Até o início da tarde, equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar aguardavam a chegada do Corpo de Bombeiros para realizar a escavação do local, além da atuação da Polícia Técnico-Científica.
Paulo foi localizado posteriormente em outro ponto da cidade. Aos policiais, ele confessou o crime e alegou que matou a adolescente após ela se recusar a ajudá-lo a consertar o celular. “Dei três pauladas e cortei o pescoço dela”, relatou durante a abordagem.
A possibilidade de que Beatryz tenha sido vítima de violência sexual antes de ser assassinada não foi descartada pelas autoridades, mas a confirmação dependerá do laudo pericial. O caso segue em investigação e a matéria está em atualização.
Redação: Integração News
Jornalista: João Pedro Lira
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