Um detalhe inusitado marcou as investigações contra Rildo Soares, suspeito de ser um serial killer em Goiás. Após a prisão do investigado, uma vizinha levou para casa um colchão que havia sido retirado da residência dele. O que ela não imaginava é que dentro do móvel estava escondido um celular pertencente a uma das possíveis vítimas.
De acordo com a Polícia Civil, o aparelho encontrado era de Elisângela Silva de Souza, desaparecida desde maio deste ano. O telefone estava oculto dentro do colchão, reforçando a suspeita de que Rildo escondia provas para dificultar as investigações.
O caso ganhou ainda mais complexidade porque, em depoimento, o suspeito chegou a afirmar que havia enterrado dois celulares no quintal de casa — um deles supostamente pertencente a Ingrid Ferreira Barbosa Romagnoli, também desaparecida. No entanto, após mudar sua versão, Rildo declarou que apenas um aparelho teria sido ocultado, justamente o que foi encontrado no colchão.
O celular apreendido já foi encaminhado para a perícia, que deve analisar dados como chamadas, mensagens e localização, a fim de cruzar informações com a investigação.
Segundo a Polícia Civil, a descoberta reforça a linha de apuração que busca comprovar a relação direta do investigado com os desaparecimentos. As buscas seguem em andamento tanto na antiga residência de Rildo quanto em outros locais ligados a ele.
O caso continua em sigilo de justiça, mas deve ganhar novos desdobramentos nos próximos dias.
Redação
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