Porangatu está vivendo um momento histórico com a realização do Expresso Chagas XXI, projeto desenvolvido pela Fiocruz em parceria com instituições de saúde e que permanece na cidade até o próximo sábado (27). A abertura oficial aconteceu na manhã desta quinta-feira (25/09) e reúne autoridades locais, estaduais e nacionais, além de profissionais da saúde, estudantes e comunidade em geral.
Na cerimônia de abertura, a prefeita Vanuza Valadares, a secretária municipal de Saúde, Dra. Flávia Azevedo, e a equipe da Secretaria de Saúde receberam a comitiva formada por representantes da Fiocruz do Rio de Janeiro e de Brasília, além de técnicos da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás.
Durante a abertura, a prefeita Vanuza Valadares ressaltou a importância da iniciativa: “Receber o Expresso Chagas XXI em Porangatu é motivo de orgulho. Nossa gestão tem buscado constantemente parcerias que ampliem o acesso à informação e fortaleçam a saúde preventiva em nossa cidade.”
A secretária de Saúde, Dra. Flávia Azevedo, também destacou a relevância da ação: “O conhecimento é a base para transformar realidades. Essa é uma oportunidade única para nossos profissionais e para a comunidade compreenderem melhor a Doença de Chagas e, juntos, trabalharmos na sua prevenção e enfrentamento.”
O Expresso Chagas XXI está oferecendo em Porangatu uma programação diversificada, com exposições, oficinas, rodas de conversa e atividades interativas que unem ciência, arte e participação popular. A proposta é capacitar profissionais da saúde e da educação, além de conscientizar a população sobre prevenção, diagnóstico e cuidados relacionados à Doença de Chagas.
A iniciativa itinerante simboliza um “trem do conhecimento e da esperança”, que percorre o Brasil levando informação e mobilização em torno de uma enfermidade ainda considerada negligenciada, mas que segue impactando milhares de pessoas.
Vale lembrar que a Doença de Chagas foi descoberta em 1909 pelo médico e cientista brasileiro Carlos Chagas, que identificou o parasita, o vetor e a forma de transmissão em um mesmo estudo — um feito único na história da medicina. Mais de um século depois, o Brasil continua como referência mundial no enfrentamento da enfermidade, mas o desafio persiste: ainda há milhares de pessoas sem diagnóstico ou tratamento adequado.
Redação
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