A Defesa Civil de Aparecida de Goiânia divulgou um levantamento preocupante sobre os impactos das chuvas no município. O estudo aponta 33 pontos de alagamento, 24 locais vulneráveis e 16 áreas de risco habitadas, onde vivem ao todo 239 pessoas — incluindo 63 menores de idade e uma pessoa com deficiência.
De acordo com o relatório, as principais causas dos riscos identificados estão ligadas à falta ou insuficiência de redes de drenagem, à erosão em pontes e bueiros e à presença de moradias em áreas inadequadas. Esses fatores aumentam a possibilidade de desastres durante o período chuvoso, que geralmente começa no fim de outubro.
Apesar das fortes chuvas registradas nos últimos dias — com índices entre 30 mm e 50 mm, conforme a região — não houve registros de alagamentos graves, feridos ou vítimas fatais. A única ocorrência registrada foi a interdição de um apartamento no Jardim das Esmeraldas.
A Prefeitura informou que está elaborando um plano de contingência específico para o período chuvoso, com o objetivo de prevenir ocorrências mais graves e oferecer maior segurança às famílias que vivem em áreas vulneráveis.
A Defesa Civil reforça que a população deve ficar atenta a sinais de risco, como rachaduras em paredes e solo, elevação repentina do nível da água em córregos e dificuldade de escoamento em ruas e bueiros. Em casos de emergência, a orientação é acionar imediatamente os órgãos responsáveis para evitar tragédias.
Redação
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