Um crime brutal chocou moradores de Goiânia na noite de domingo (14/9). Uma jovem de 22 anos foi presa em flagrante após matar o padrasto, Edival Alves da Costa, de 46 anos, com um golpe de faca nas costas, no bairro Jardim Balneário Meia Ponte.
De acordo com relatos, a vítima teria tentado defender a esposa, mãe da suspeita, durante uma discussão familiar. Nesse momento, a jovem pegou uma faca e atingiu o padrasto pelas costas. A Polícia Militar foi acionada e encontrou a suspeita em uma rua próxima, ainda com a arma do crime em mãos.
A jovem alegou que agiu em “legítima defesa”, mas a mãe afirmou à polícia que a filha “armou” a cena, pegando a faca após uma discussão. O caso gera dúvidas sobre a real motivação do ataque.
Segundo a Polícia Civil, a suspeita já tinha passagens por receptação. Apesar da gravidade do crime, na audiência de custódia realizada na segunda-feira (15/9), a Justiça decidiu liberar a jovem, impondo apenas o uso de tornozeleira eletrônica como medida cautelar.
A decisão causou indignação e questionamentos entre familiares, vizinhos e a população em geral, que se revoltou diante da sensação de impunidade.
Mais uma vez, um caso de violência doméstica termina em tragédia. Enquanto uma família chora a perda de um pai e marido, cresce o debate sobre os limites da Justiça brasileira e a urgência de medidas mais firmes para proteger famílias e punir crimes violentos.
Redação
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