sábado , 7 março 2026

Mulher é indiciada por votar em nome da própria cadela nos EUA

Um caso inusitado e grave de fraude eleitoral chamou a atenção do mundo. Nos Estados Unidos, uma mulher de 62 anos, identificada como Laura Lee Yourex, foi indiciada após registrar sua cadela, Maya, como eleitora e ainda utilizar o nome do animal para votar em duas eleições diferentes.

De acordo com a promotoria da Califórnia, Laura registrou Maya como se fosse uma cidadã comum, mesmo após a morte da cadela. O mais impressionante é que em 2021 o “voto” do animal chegou a ser aceito e contabilizado em uma eleição para governador. Já em 2022, na eleição primária, a cédula em nome da cadela foi rejeitada.

A fraude veio à tona quando a própria Laura publicou em redes sociais imagens da cadela com um adesivo “Eu votei” e de uma cédula de votação recebida pelo correio em nome de Maya.

A mulher agora responde por perjúrio, uso de documentos falsos, registro de pessoa inexistente e tentativa de voto sem direito. Se condenada, pode pegar até seis anos de prisão em regime estadual.

Laura afirmou que sua intenção era “expor falhas do sistema eleitoral americano”. A defesa sustenta que não houve motivação política, mas sim um ato de “protesto”.

O caso reacende o debate sobre a segurança dos processos eleitorais nos Estados Unidos, principalmente diante das discussões recentes sobre voto pelo correio. Especialistas destacam que, embora episódios como esse sejam raros, eles apontam vulnerabilidades que precisam ser corrigidas.

Redação

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