sábado , 7 março 2026

Denúncia liga acusados do PCC a propina para Ciro Nogueira

Uma denúncia divulgada pelo portal ICL Notícias e repercutida pela imprensa nacional trouxe à tona um grave episódio envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do Progressistas.

De acordo com o relato de uma testemunha, em agosto de 2024, dois empresários acusados pela Polícia Federal de integrarem um esquema ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam entregue dinheiro vivo no gabinete do senador, em Brasília.

O caso

Os acusados são Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, apelidado de “Beto Louco”. Segundo a testemunha, eles levaram uma sacola de papelão, grampeada e cheia de dinheiro, diretamente ao gabinete de Nogueira.

O objetivo da propina, conforme a denúncia, seria garantir favores políticos relacionados às empresas Copape e Aster, envolvendo tanto decisões na Agência Nacional do Petróleo (ANP) quanto em projetos em tramitação no Senado Federal.

A defesa de Ciro Nogueira

Ciro Nogueira negou as acusações de forma veemente. O senador classificou o portal que divulgou a denúncia como um “site de pistoleiros” e afirmou que jamais recebeu os acusados em seu gabinete.

Para reforçar sua versão, o parlamentar declarou que está colocando à disposição da Justiça seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, e disse confiar que as investigações vão esclarecer os fatos.

Situação dos acusados

Até o momento, os acusados pelo suposto esquema criminoso ainda não se manifestaram publicamente. A Polícia Federal segue acompanhando o caso, que tem gerado grande repercussão política em Brasília.

Redação

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