A influenciadora digital Yeda Freitas, investigada no processo que apura o assassinato de Douglas Henrique Silva, em março de 2022, não será levada a julgamento pelo Tribunal do Júri. A decisão foi tomada pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, que concluiu não haver provas suficientes que a liguem ao crime.
O caso
Douglas foi morto no dia 14 de março de 2022, no Jardim Atlântico, em Goiânia. Durante a Operação Omertà, deflagrada pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), em agosto de 2022, Yeda e outros quatro suspeitos foram presos. Ainda na ocasião, outras duas pessoas permaneceram foragidas.
Segundo a Justiça, o processo continuará para os réus Antônio Luiz de Souza Filho (“Toinzinho”), Mateus Barbosa da Silva, Leandro Silva Rodrigues e José Camilo Pereira Bento, que deverão responder por homicídio qualificado no Tribunal do Júri.
Defesa e posicionamento
Os advogados de Yeda, Luís Rassi e Igor Pires, afirmaram que receberam a decisão com tranquilidade. Desde o início, segundo eles, já defendiam que não havia indícios da participação da influenciadora no crime.
Apesar do desfecho favorável nesse caso, Yeda ainda responde em liberdade a outro processo. Ela é investigada por extorsão mediante simulação de sequestro, em um episódio em que teria tentado extorquir a família de um ex-namorado.
Próximos passos
Enquanto a influenciadora deixa de figurar entre os acusados do homicídio, os demais réus seguirão para julgamento, onde deverão responder perante a Justiça sobre a morte de Douglas Henrique.
Redação
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