Não é só em Goiás que o torcedor sofre com atrasos em jogos de futebol. O episódio mais recente aconteceu na última quarta-feira (20), no Beira-Rio, em Porto Alegre, quando a partida entre Internacional e Flamengo pela Libertadores começou com 20 minutos de atraso. O motivo? A chuva de papéis picados lançada pela própria torcida colorada, que precisou ser retirada do gramado antes do apito inicial.
Esse caso chamou a atenção, mas está longe de ser uma novidade. O futebol mundial já coleciona momentos em que a bola demorou a rolar — e nem sempre por razões festivas.
Casos que ficaram marcados
Cruzeiro x Lanús – Copa Sul-Americana (2024)
No Mineirão, a fumaça intensa de sinalizadores e fogos atrasou em 15 minutos a partida.
Argentina x Colômbia – Final da Copa América (Miami, 2024)
Confusão nas entradas do estádio por torcedores sem ingresso provocou atraso de 30 minutos.
Brasil x Argentina – Eliminatórias (Maracanã, 2023)
O maior clássico sul-americano começou 27 minutos depois por causa de briga nas arquibancadas durante os hinos.
Liverpool x Real Madrid – Final da Champions League (França, 2022)
Problemas de organização e invasões no estádio de Saint-Denis atrasaram o jogo em quase 40 minutos.
Manchester United x Liverpool – Premier League (2021)
Protesto da torcida invadindo o gramado fez a bola demorar mais de uma hora para rolar.
Coventry x Ipswich – FA Cup (Inglaterra)
Aglomeração nos portões de acesso causou um atraso de 10 minutos.
E o torcedor?
Para quem está no estádio ou em frente à TV, a sensação é de frustração. O clima de expectativa se transforma em impaciência, e muitas vezes em revolta. Por trás desses atrasos, há sempre questões de segurança, logística ou até exageros na festa das arquibancadas.
Seja em Porto Alegre, em Goiás ou em qualquer canto do mundo, uma coisa é certa: quando a bola não rola na hora, quem paga a conta é sempre o torcedor.
Redação
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