sábado , 7 março 2026

Empresa Ligada a Órgãos Públicos é Acusada de Agiotagem Milionária!

Uma bomba acaba de estourar nos bastidores do poder: a Vólus Gestão de Benefícios, empresa que mantém contratos milionários com prefeituras, Tribunal de Contas, Polícia Civil e empresas privadas, está no centro de uma grave denúncia que pode revelar um esquema de agiotagem institucionalizada!

Segundo informações apuradas, a empresa estaria cobrando taxas ilegais para antecipação de recebíveis de prestadores de serviço — uma prática proibida para empresas não autorizadas pelo Banco Central, que configura crime financeiro e pode levar à prisão dos envolvidos.

Agiotagem, crime previsto na Lei de Usura (Decreto 22.626/33), é um golpe direto contra a economia popular e pode ter movimentado somas milionárias com o aval — ou a omissão — de autoridades públicas.

O que mais choca é: como órgãos públicos de peso permitiram que uma empresa sob suspeita operasse livremente em meio a contratos recheados de dinheiro público?
Onde estavam a fiscalização, o controle e a responsabilidade?

A população exige respostas.
O escândalo pede investigações profundas.
Quem fechou os olhos para isso deve ser responsabilizado.

O Jornal Integração News seguirá acompanhando cada detalhe desta denúncia explosiva que pode revelar um dos maiores escândalos de agiotagem institucional dos últimos anos.

👉 A pergunta que não quer calar: quantos mais estão se beneficiando desse esquema nas sombras do poder?

Nota da outra parte:

A Vólus, empresa que atua no mercado de cartões e meios de pagamentos desde 2000, atendendo empresas do segmento privado e público, informa que toda a operação segue em conformidade com as exigências da legislação vigente, inclusive a Lei de Licitações (Lei nº 14.133 e nº 8.666).

No caso específico da antecipação de recebíveis por parte das empresas conveniadas, a Vólus disponibiliza o serviço, quando solicitada, por meio de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) próprio, legalmente constituído e autorizado pela CVM (Comissão de Valores Imobiliários), Bacen (Banco Central do Brasil) e ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

 

Redação

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